Os jovens querem CLT? Pesquisa aponta que mais da metade busca 1º emprego com carteira assinada no RS

  • 14/02/2026
(Foto: Reprodução)
Carteira de trabalho digital Marcelo Camargo/Agência Brasil Nas redes sociais, vídeos virais abordam a aversão dos jovens a empregos com carteira assinada. "Vou estudar para não virar um CLT", foi o que a influenciadora Fabiana Sobrinho ouviu da filha de 12 anos. O relato dela, publicado em um vídeo no ano passado, abriu uma discussão nas redes sociais e publicações que dizem até que "CLT virou xingamento" tomaram conta da internet. 🔎 CLT é a sigla de Consolidação das Leis do Trabalho, uma lei brasileira de 1943 que regula as relações de emprego no país. Os chamados “CLTs”, que trabalham com carteira assinada, precisam seguir as regras do regime e têm uma série de direitos garantidos por ele. Por outro lado, um estudo recente mostra que mais da metade dos jovens que estão em busca do primeiro emprego sonham com a CLT. Uma pesquisa do CIEE-RS (Centro de Integração Empresa-Escola do RS), aponta que, entre os que procuram uma chance no mercado, 51,8% esperam ter carteira assinada em 2026. Segurança, estabilidade e reconhecimento são alguns dos fatores que influenciam nessa decisão. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Foram ouvidas 558 pessoas de todo o Rio Grande do Sul, entre estagiários, aprendizes, jovens em busca da primeira oportunidade de trabalho e representantes de empresas. Para os estagiários e aprendizes, 38% têm a expectativa de serem efetivados. “A carteira assinada ainda simboliza segurança, reconhecimento e possibilidade de planejamento para muitos jovens que estão dando os primeiros passos no mercado de trabalho”, destaca o CEO do CIEE-RS, Lucas Baldisserotto. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quanto ao regime, a maioria dos jovens (51,3%) acredita que este ano o modelo presencial será o mais adotado. Os modelos flexível (22,08%) e híbrido (19,39%) somam mais de 41% das respostas, enquanto apenas 7,2% veem o home office como predominante neste ano. Já a preferência pelo formato de trabalho varia de acordo com o momento da carreira: o presencial é predominante entre jovens de 16 a 24 anos, estagiários e aprendizes, enquanto modelos flexíveis e híbridos crescem conforme a trajetória profissional. Baldisserotto defende que esse comportamento reforça a importância dos ambientes presenciais no início da carreira. “A convivência, o aprendizado prático e a troca cotidiana seguem sendo elementos centrais para a formação profissional”, avalia. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

FONTE: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/02/14/os-jovens-querem-clt-pesquisa-aponta-que-mais-da-metade-busca-1o-emprego-com-carteira-assinada-no-rs.ghtml


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